Como diz a frase: Boas meninas escrevem diário, meninas malvadas não tem tempo pra isso... Meu blog é meu DIÁRIO rsrsrs... Posto aqui tudo que desperta meu interesse de forma positiva ... ou nao ...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quando me vejo nos olhos do outro -

 
 

Enviado para você por Samara através do Google Reader:

 
 

via Kadosh de Janaína Souza em 14/10/10

Comer, Rezar e Amar gera reflexão sobre solidão e superação de limites

Em "Comer, Rezar, Amar", a autora Liz Gilbert passa um ano viajando pela Itália, Índia e Bali, em um projeto que lhe rendeu um livro e virou filme.
Quando partiu de seu país, Liz talvez ainda não estivesse bem certa do que estava perseguindo e de suas reais necessidades. Apenas a angústia a impulsionava. Muitos de nós já fizemos caminhos semelhantes. Quem nunca se atirou no desconhecido? Não pela vontade de viver o novo ou atrás de uma paixão avassaladora, mas pelo desespero de saber que já não havia caminho de volta?
Nesse ano em que passou viajando, Liz partiu em busca de si mesma. Sua viagem foi, na verdade, interna. Após um passado de fracassos amorosos, de um casamento desfeito e muitas incertezas, ela decidiu baixar o véu das ilusões e enfrentar a maior de todas as suas dificuldades: estar totalmente só, com suas fragilidades e seus fantasmas.

Coragem para seguir adiante

Esses são os momentos que chamamos "Rompendo Barreiras". É preciso coragem, convicção de que não é possível ficar como está (e pagar o preço de repetir resultados infrutíferos) e, principalmente, é fundamental estar só. Pois as grandes decisões na vida são absolutamente solitárias. Ninguém pode arcar com as consequências de um passo mal dado, apenas o seu agente.
Nesses momentos pode faltar a coragem, já que estar consigo pode ser muito angustiante quando a pessoa tem baixo senso de identidade. Muitas pessoas vivem às cegas de si, sem estarem bem certas do que são, do que querem e também do que não são. Vão vivendo sem qualquer intenção, sem consistência e sem propósito. Também não conseguem comemorar qualquer avanço pessoal, por não identificarem quais são eles.

Fazendo contatos

Uma das formas mais eficazes de reforçar a identidade e reconhecer a si mesmo é manter-se em contato com várias pessoas diferentes, todos os dias. Um contato verdadeiro, interessado sinceramente, em que seja possível não só afastar a solidão e usufruir das companhias, mas também se "enxergar no outro. Esse foi o caminho percorrido por Liz.
"Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa", parece ser a fórmula perfeita para fazer amigos e requer apenas a iniciativa de sair à rua e estar aberto e atento para todas as oportunidades de iniciar diálogos com pessoas novas. Uma simples pergunta a respeito de onde a pessoa trabalha pode pavimentar uma estrada que levará a uma amizade para o resto da vida.
"Encontrar com o outro para encontrar quem eu sou" é vencer angústias e fazer do contato humano fonte de prazer, vitalidade e criatividade, como fez a protagonista.

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

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